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Dos 617 mil novos desempregados em 2014, 75% têm até 24 anos - Jovens procuram emprego e não aumentam a presença na escola

RIO - Os jovens brasileiros estão mais vulneráveis: no ano passado trabalharam mais, engrossaram a massa de desempregados e não aumentaram a presença na escola. Esse foi o retrato da juventude de 15 a 24 anos que a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad 2014), divulgada ontem pelo IBGE, revelou. Maior levantamento socioeconômico do país, a Pnad apresentou um Brasil menos desigual, com menos pobres e miseráveis e mais desemprego e informalidade no mercado de trabalho. O acesso a serviços públicos, como água encanada e rede coletora de esgoto, ficou praticamente estacionado, enquanto a telefonia avançou. O analfabetismo caiu pouco: ainda são 13,2 milhões de analfabetos, mas há mais crianças de 4 e 5 anos frequentando a escola.

A população jovem foi a mais castigada pelo desemprego. Dos 617 mil novos desocupados em 2014, 75,5% tinham entre 15 e 24 anos. Se não estavam em busca de uma vaga, conseguiram ocupação precária, informal. Depois de oito anos de queda contínua, o trabalho infantil voltou a crescer: são 3,3 milhões de trabalhadores com idade entre 5 e 17 anos, 143 mil a mais que um ano antes.

Leia aqui o artigo completo de OGlobo (14/11/15)